Intermission – The Hurting

março 14, 2009

Entre uma telinha e outra, momento de reflexão…ou de auto-flagelação:

Get in line with the things you know

Feel the pain

Feel the sorrow

Touch the hurt and don’t let go

Get in line with the things you know

Learn to cry

Like a baby

Then the hurting won’t come back
Nada mais  a dizer no momento…

E a vida (morte) segue…

…Sleepin’ on the sidewalk/Rollin’ down the road…

março 6, 2009

Nova telinha…

O ano é 1982 agora! Como estas coisas de lembranças não vem em ordem! Poderia dar um tempo para o que restou da minha consciência e me deixar ver as coisas em ordem cronológica, né?

Dá o maior trabalho tentar compor este mosaico que me apresentam…

Eu e mais dois amigos em um ônibus, à noite. Quem são? Onde estamos indo? É um ônibus de viagem, com certeza. Logo, estamos indo viajar para algum lugar, mas não reconheço esta estrada. E sinto que estou com aquele friozinho na barriga de quando a gente faz uma coisa pela primeira vez.

Ônibus parando. Noite…Conselheiro Lafaiete!!!!

Estou vendo minha primeira viagem para Ouro Preto!!!!!

Chegamos lá pela manhã, por volta das 6h. A primeira impressão que tive foi o cheiro – que, depois de muitas idas e vindas à cidade, eu reconheceria como uma característica de OP. Um cheiro de minério misturado com mato e coisa velha… Um cheiro inesquecível, que me despertaria por anos uma sensação de aventura, de farra, de cerveja gelada, meninas bonitas, diversão, amizade e centenas de milhares de outras coisas boas da vida (sem ironia!).

Um dos amigos, natural de Ouro Preto, estudava comigo na Escola Técnica Federal do Rio e convidou a mim e ao outro companheiro para irmos à cidade, uma vez que ele estava voltando para viver lá com a família de novo. Ele falou tão bem do local, que eu só conhecia pelos livros (Sim! Sou antigo! NÃO HAVIA INTERNET, TÁ?!), que não havia como recusar o convite.

Assim, em uma Semana Santa (que naquela época era um feriado de quinta a domingo, pois ainda não haviam nos roubado a Quinta-Feira Santa), “no ano da Graça de 1982”, com 18 anos de idade recém-completos, arrumei mochila e caí na estrada rumo à centenária Vila Rica.

Ficamos hospedados na casa da irmã do cara, que nem pensou no inconveniente de acomodar dois caras na pequena casa de dois quartos, onde já moravam a irmã, o marido, uma bebê de poucos meses e uma outra irmã…

A casinha era em uma das maiores ladeiras de Ouro Preto, bem no meio dela!!!!

Ladeira de Sta. Efigênia, uma das mais íngremes de Ouro Preto e local de minha primeira hospedagem por lá.

Ladeira de Sta. Efigênia, uma das mais íngremes de Ouro Preto e local de minha primeira hospedagem por lá.

Dormíamos onde dava e QUANDO DAVA! Porque Ouro Preto é/era uma festa interminável…mas eu chego lá.

A irmã, dona da casa, foi de uma simpatia sem tamanho. Aceitou o irmão e os dois encostos numa boa, mas avisou: “Vai ter que ajudar na limpeza! Lavar louça, arrumar a casa…”.

Sem problemas, “Dona” Cris! A gente ajuda!

Logo pela manhã em que chegamos, fomos rodar a cidade – a pé, diga-se de passagem – e subir e descer intermináveis ladeiras. As mesmas que eu viria a conhecer tão bem, que me capacitam a, hoje, desenhar de cabeça um mapa de Ouro Preto.

Como estava voltando para a cidade, nosso amigo fez questão de bater na casa de TODOS  seus amigos de infância para anunciar o retorno do filho pródigo e aproveitar para apresentar seu amigos cariocas.

Aí tomei contato com a famosa hospitalidade mineira. Praticamente em cada casa que ele tocava a campainha ou batia na porta, as pessoas nos recebiam muito bem, convidavam a entrar – lembrem-se! Isso era por volta das 8h da manhã! – e, invariavelmente, nos chamavam para tomar café da manhã.

Os nomes das pessoas são muitos e eu não quero citar nomes aqui. Uma menina que morava ao lado da Igreja de São Francisco de Assis, outra na Rua Direita (Conde de Bobadela para os menos íntimos), outra na Rua Paraná (a última casa, ao lado da República Necrotério, hoje, um escritório da OAB), outra no meio da ladeira da Rua do Pilar, outro atrás da Igreja do Pilar, outro no Alto das Cabeças, mais um nas Lajes…Muita gente para apenas uma manhã em Ouro Preto!

Tão bom quanto conhecer aquelas pessoas, muitas delas amigas minhas até o dia de minha morte, foi esquadrinhar a cidade ao lado de quem a conhecia tão bem.

O dia correu rápido e, meio enevoados pelo cansaço e por várias cervejas matinais e vespertinas, a noite chegou. E que noite era aquela!!!!!!

Estudantes (Ouro Preto e Mariana, cidade vizinha, concentram universidades federais e estaduais, além da Escola Técnica Federal), turistas nacionais e estrangeiros, “locais”, pessoal de BH…Todos misturados, interagindo (palavra muito pouco utilizada na época…heheheehe), bebendo, paquerando, rindo. Uma verdadeira festa: sexo, drogas, rock’n’ roll, ácool. Tudo o que você puder imaginar rolava na mais católica das cidades em uma Semana Santa.

Nesta primeira noite, o amigo que foi conosco revelou que nunca havia tomado um porre na vida. O cara media quase 1,80 m, era pesadão e resolveu se soltar e cair no álcool justamente neste dia…Resultado: palanque armado na Praça Tiradentes para um ato com a presença do Presidente da República, Governador de Minas e demais autoridades e aspones virou cama pro cara. O pior foi carregá-lo ladeiraS (O maiúsculo foi proposital) acima para deitá-lo no palanque. Arrumamos cobertores para ele, pois estava um frio do cão, inimuano para um carioca. E descíamos e subíamos as ladeiras, de bar em bar, sempre retornando à praça para ver se o cara estava bem.

Lá pelas muitas horas, decidi me enrolar em um cobertor – cena comum pelas ruas naqueles dias de festa – e deitar em algum lugar para dormir. Vencido pela cachaça (Pinga com mel. A melhor que já tomei!), decidi que o melhor local para pernoitar era sobre a grade dos holofotes da Igreja de N. S. do Carmo, ao lado do Museu da Inconfidência. Os holofotes eram quentes e eu não passaria frio. Eu só não contava com um guardinha que ficava a noite inteira circundando a  igreja e espantando os bêbados, que insistiam em fazer do átrio secular seu dormitório particular/coletivo. Mas ele não contava com minha esperteza! Eu calculei o tempo que o “representante da ordem” levava para completar sua ronda: 25 minutos. Assim, eu dormia 20 minutos, acordava, saía de cima do holofote, ficava ao lado, fazendo cara de paisagem, e voltava a deitar tão logo ele passasse.

Que bela noite de sono!

Por volta das 6h, sol raiando, fui checar meu camarada no palanque. Estava bem, não havia entrado em coma.

E essa foi só a primeira de quatro noites naquela cidade fantástica.

Bruxas, pessoas vestidas como os Beatles no Sgt. Pepper’s, hippies, gringos…Uma fauna de fazer inveja ao Baixo Leblon carioca.

Os dias nos ofereciam cachoeiras – Falcão, Geladeira, Andorinhas, Brumado, Castelinho…-, botecos e mais botecos, mais gente a conhecer, repúblicas a invadir, festas a penetrar (“penetra”, no Rio, é aquela pessoa que entra em uma festa sem ter sido convidado), cervejas a beber…

Nesta minha primeira ida, não entrei sequer em uma igreja das tantas ouropretanas. A viagem foi à base de conhecer as ruas, bares, repúblicas e natureza locais.

Aliás, uma recordação especial desta primeira passagem é o Bar Escorpião, que abria somente à meia noite. Lá serviam um caldo de galinha, vulgo canja, e um vinho quente com cravo e canela que eram deliciosos para esquentar a noite gelada. Cheguei a pegar 6ºC em Ouro Preto. Duvido que ainda faça isso nesses tempos de aquecimento global.

O Escorpião era um bar no alto de uma ladeira,que começava à esquerda da rua lateral direita à Escola de Minas. Você subia, subia, subia e chegava ao bar, com uma enorme mesa de pedra logo na varanda de entrada. Era o maior “point” dos malucos locais. Só os iniciados ou turistas como eu, muito bem guiados por pessoas da cidade, conheciam.

Outro local tão desconhecido quanto, na época, era a Cachoeira das Andorinhas, um dos lugares mais bonitos que vi na vida (ou em vida). Um rio que corria a céu aberto e, de repente, sumia em um buraco. Descendo pelas pedras, adentrava-se uma caverna. Dentro da gruta, a tal cachoeira, com direito a revoada de andorinhas, que se infiltravam pelas aberturas e voavam em torno da queda d’água em meio aos raios de sol que entravam pelas frestas das pedras. Um cenário inesquecível!

Na parte de cima, a sensacional Pedra do Jacaré, uma plataforma de pedra, com cerca de 20 metros, que se precipitava sobre um vale de mais de 100 metros de profundidade. O lugar serivu até de locação para um comercial muito antigo da Rider.

Ai! Queria voltar mais uma – a enésima! – vez a Ouro Preto. A última vez em que estive lá foi em fevereiro de 2007…

Me falaram, então, que ninguém em sã consciência ia à Cachoeira das Andorinhas. Por falta de zêlo das autoridades, o local havia se tornado alvo de assaltos e até crimes mais graves. Os bandidos ficavam à espera de turistas desavisados para roubá-los. Uma lástima!

Mas, voltando aos bons tempos de minhas memórias,  eu ainda teria muito tempo – e tive! – antes de morrer para conhecer cada cantinho daquela que sempre foi uma das minhas cidades preferidas do Brasil!

Em vida, tive tempo de “apresentar” esta cidade mágica para diversos amigos. Um deles até foi morar lá!

Wanna Die Before I Get Old

fevereiro 26, 2009

Nova “telinha” (Não sei como chamar estas janelas. Vão virar telinhas mesmo).

21 anos! Rock in Rio! O primeirão mesmo! Na Barra!

Eu, meu irmão e um amigo nosso!

O caminho até aqui foi bem legal!

Eu, que só curtia discoteque, comecei a sair com uma menina roqueira. Ela me “consertou”. Até vir aqui, os únicos shows de rock a que tinha ido foram por influência dos meus tios: Rick Wakeman  e Genesis. O primeiro em 1975 e o segundo em 1977, ambos no Maracanazinho.

Minto!

Por causa dela – e com ela – vi o sensacional show de uma bandinha “nova”, que mal se conhecia no Brasil: The Police! Aliás, Maracanazinho de novo, 1982. Todo show nestas plagas tupiniquins eram lá.

Para quem tem menos de 20, 25 anos, é difícil imaginar o que representou o Rock in Rio. Bandas grandes, famosas, impossíveis, chegavam ao país pela primeira vez. Era a tal “Abertura” promovida pelo Presidente General Figueiredo chegando à cultura.

E o meu caminho até o Rock in Rio passou por muitas tardes no quarto da tal menina (Avisei que ia citar!) escutando Queen, Led Zeppelin, Doors. Uma verdadeira catequese musical. Funcionou, viu, linda?

E agora, ou melhor, então, lá estávamos eu, meu irmão e o Zumba aguardando pra ver um show do Queen. Com direito a várias outras atrações antes: Kid Abelha, Eduardo Dusek (antes da numerologia, ele se chamava assim. E Jorge Ben não tinha Benjor), Lulu Santos, B-52’s…

Enquanto esperávamos os shows que queríamos ver, rodávamos pela sensacional Cidade do Rock. Descobrimos que uma conhecida de Sepetiba, a Verinha, estava trabalhando na tenda-bar da Malt 90. Compramos UM tíquete de água mineral e, com ele, bebemos todas as cervejas do mundo naquele e em outros dias que fomos. Funcionava assim: a gente mostrava o tíquete no balcão, chamávamos a Verinha e ela trazia logo três ou quatro cervejas pra gente. E este fabuloso tíquete mágico se encontra pregado em um painel na casa do meu irmão até hoje!!!

Não existia telefone celular, logo, a gente tinha que andar junto ou se perdia de vez das pessoas com quem estávamos.

Numa dessas, nosso amigo, que já era gay quando essa palavra nem existia em nossa língua, decidiu ir ao banheiro. Eu e meu irmão, menor de 18 anos na época, ficamos esperando ele do lado de fora. Meu irmão com dois copos de cerveja na mão, eu com outros dois.

Eis que, de repente, não mais que de repente, me surgem uns policiais e um juiz de menores e perguntam quem é o responsável por meu irmão…Como único maior por perto, ganhei “tomáticamente” a guarda do meu irmão. Nem precisei pedir. Os caras me deram. E, para piorar, queriam me levar preso por dar bebida alcóolica a ele.

Para nossa sorte, o carinha amigo saiu do banheiro nesse segundo e entendeu tudo que estava acontecendo. Passou no meio do grupo formado pelos policiais, agarrou os dois copos da mão do meu irmão e agradeceu por ele estar segurando enquanto ele tinha ido ao banheiro. Tudo bem que os caras sacaram a armação, mas não tinham mais como me levar preso, uma vez que o cara sumiu no meio da multidão com os copos.

Tudo salvo, avisei ao meu irmão que ele não ia beber mais porra alguma e fomos ver o show. Lama, muita lama, alto e bom rock. Freddie em grande forma, os clássicos que eu só conhecia dos discos da minha amiga ali, ao vivo, desfilando na minha frente. Impagável! Uma performance que me deixou com a impressão de que aquele vocalista tinha tanta ou mais presença de palco que Mick Jagger.

Muitos anos depois, eu ia poder comparar com mais certeza.

Infelizmente, poucos registros existem deste primeiro espetáculo grandioso no Brasil. Não existiam câmeras digitais ou celulares para gravar os shows. O Queen chegou a lançar um vídeo incompleto da apresentação, mas outros momentos memoráveis sumiram. Nem a minha telinha mostra tudo…

“Se a vida começasse agora/Se o mundo fosse nosso de vez…” Engraçado lembrar disso justo agora…Irônico, não?

Chega, né? Falei pra caralho!

Deixa eu ir procurar mais “telinhas”.

Ulha!

fevereiro 25, 2009

Ih! Olha só!

Tem umas “telinhas” por onde olho e vejo alguns lances…

Alá! Carnaval em Sepetiba! PQP! Eu com 13 anos!!

hahahahahahahahahhahahahaa

Muito legal!

Eu de Bate-Bola…

Ah! Segura a onda. Vou explicar para quem não é carioca.

Bate-Bola é uma fantasia tradicional, usada por crianças, adolescentes e adultos das zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro durante o Carnaval. Grupos enormes se vestem com estas roupas quentes pra caralho, saem lá da puta-que-os-pariu, e vão pro Centro do Rio fazer espetáculo. O resultado visual é sensacional!

Parecem muito com os Papangus de Bezerros, Pernambuco. Não por acaso, terra natal de meu avô, o glorioso Dr. Tenório.

Olha só:

Grupo de Bate-Bolas na Avenida Rio Branco, Centro do Rio

Grupo de Bate-Bolas na Avenida Rio Branco, Centro do Rio

No meu caso específico, eu saía de Bate-Bola em Sepetiba, lugar em que tínhamos casa de praia e que contribuiu definitivamente para que eu me tornasse a maior parte da pessoa que sou (Fui, porra! Esqueci que morri!).

Nesta época remota, as “bolas” que a gente batia eram bexigas de boi compradas no Matadouro de Santa Cruz. A gente comprava aquelas coisas fedidas pra cacete, lavava, deixava secando no varal e, no dia seguinte, usava um talo da folha de pé de mamão (mamoeiro) pra encher a bagaça. Amarrava a bexiga com uma cordinha de náilon (vou escrever assim mesmo) em um cabo de vassoura serrado e saía pela rua batendo aquela merda no chão e assustando criancinhas.

Não pergunte o porquê. Era bom pra caralho ficar o dia inteiro fedendo, suando e andando igual a um idiota com aquela roupa ridícula pelas ruas.

E, se você acha que isso já é babaquice suficiente, ainda te falo que o maior barato era encontrar outro grupo de Bate-Bolas e a porrada comer, com um grupo surrando o outro com aquelas bexigas fedidas ou – nos casos mais maldosos – com o pedaço de cabo de vassoura.

Chegava em casa incrivelmente fedido, suado, sujo e exausto. Tomava banho, comia e ia pro “baile” no clube à noite. Era sensacional poder entrar num baile de Carnaval noturno com 13, 14, 15 anos…Fazia a gente se sentir adulto.

Bom…

Voltando, depois dessa desviada longa…

É legal me ver criança de novo, sentir até mesmo o fedor daquela porra daquela bexiga.

Vou olhar cada uma dessas janelinhas pra ver o que aparece de mim.

Aguardem…

Tateando no Escuro

fevereiro 24, 2009

É muito curioso como as coisas são aqui. Aliás, eu nem sei “onde” é aqui.

É agradável, mas um agradável que me parece remédio tarja preta: você se sente bem, mas não sabe se realmente está bem…

Tento relembrar ou saber porque morri. Não dá.

Sei que houve uma depressão, uma síndrome de pânico, muitos cigarros (meu adorável Hollywood! Que falta você me faz!), pouca alimentação, cervejas em demasia. Mas nada disso me matou.

O que foi????

Uma das últimas lembranças que “me permitem” ter é de que escutei o mais recente CD do U2.

Ah! Mandei até um e-mail para o meu irmão falando sobre as minhas impressões!

Era algo como “não achei nada demais, mas, de um modo geral,  gostei”. Eu dizia que ia comprar e tudo…

Muito estranho tudo aqui.

Não é escuro, não é claro. Aliás, nem é direito.

Opa!

Tem uma coisa ali, logo pertinho. Vou ver o que é. Já conto.

Dead Like Me

fevereiro 23, 2009

Morri. Não sei direito como foi, pois não nos deixam ficar sabendo disso por aqui. Sei apenas que não estou mais vivo.

Lembro de uma noite, uma discussão – com quem? – cervejas, celular caindo no chão…

Como todas as parcas lembranças se esvaem…

É rápido. Parece que lembro e, no exato instante (ou, em inglês, in the split moment), escapa.

Lembrei de um amigo, filósofo dos bons, que me falou sobre Anaximandro de Mileto, que fazia a comparação da morte com a música. Ele dizia:

“Para que haja música, para que haja harmonia, uma nota tem que morrer para dar lugar a outra. Se não houver a morte de uma nota musical, não haverá nunca a música.”

Assim sendo, demos início a esta sinfonia póstuma. E, ainda assim, eterna.

Let there be light!

Hello world!

fevereiro 23, 2009